Lucre como um banco. Retorno de até 53% a.a.

Compare e comprove, nossos investidores tem uma das maiores rentabilidade do mercado.

Realizar meu investimento A projeção apresentada é uma simulação baseada em um investimento com SCORE D. Os cálculos de projeção de retorno são valores estimados e não são uma promessa de rentabilidade.
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Diversificando investimentos sem intermediários tradicionais.

Cobrança

Nós emitimos os boletos e realizamos a cobrança dos pagamentos em atraso sem custo pra você.

Negativação

Após 30 dias de atraso, negativamos automaticamente o devedor na SPC Brasil/Serasa pelo App.

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PRÊMIOS E PARTICIPAÇÕES
  • InovaBra Startups
  • Santander InnoVentures
  • Ciab Febraban 2017

Análise de risco

Combinamos os dados e documentos fornecidos pelos tomadores adquiridas de diversas fontes de informação, principalmente do SCR (banco de dados do Banco Central).

Como funciona o Score?

São centenas de critérios e um processo rigoroso que resulta em uma nota de crédito para cada operação:

  • A Score A

    50 pessoas a cada
    1.000 não pagarão

  • B Score B

    110 pessoas a cada
    1.000 não pagarão

  • C Score C

    200 pessoas a cada
    1.000 não pagarão

  • D Score D

    310 pessoas a cada
    1.000 não pagarão

  • E Score E

    400 pessoas a cada
    1.000 não pagarão

  • F Score F

    500 pessoas a cada
    1.000 não pagarão

Taxa de inadimplência

Acompanhe a inadimplência geral dos tomadores em nossa plataforma nas últimas semanas:

Taxa de inadimplência por Score

Depoimentos

Investidores falando sobre seus investimentos
em empréstimos na Mutual

  • Del G

    Del G.

    INVESTIDOR

    “Investi na Mutual. O app é confiável e seguro. Eles cumprem com a palavra e pagam muito bem! (...)"

  • Leonardo R

    Leonardo R.

    INVESTIDOR

    “Excelente proposta para tomadores de empréstimos e para investidores."

  • Cledja D

    Cledja Dantas

    INVESTIDOR

    “Faz pouco tempo que entrei na Mutual como investidora, mas sempre que tenho dúvidas eles respondem o mais rápido possível. Não tenho nada negativo a dizer. A ideia é muito boa (...)"

Perguntas frequentes

Não existe seguro. Na Mutual o investidor (quem empresta dinheiro) é quase como um banco. Ele pode emprestar dinheiro com juros de até 53% a.a legalmente, tem a oportunidade de analisar as informações de crédito do tomador (o score e risco da operação) e fazer o empréstimo com base nessas informações.

Caso o tomador não pague o empréstimo, a Mutual faz todo o processo de cobrança. Negativamos o tomador (fazendo restrições nos órgãos de proteção ao crédito) e além disso, para diminuir esse risco, possuímos um avançado sistema de cobrança, lembrando o tomador os boletos e os vencimentos, atualizando os valores com os juros e multa do atraso e realizamos a cobrança extra judicial por telefone, SMS, e-mail e Whatsapp, sempre buscando a negociação com o tomador. Nos casos de inadimplência maior de 90 dias, a Mutual tem uma equipe jurídica pronta para entrar com a cobrança judicial em nome do investidor.

Lembrando que o risco de não pagamento do empréstimo é do investidor, assim como um banco. Mas o investidor tem todas as informações necessárias para diminuir esse risco e a Mutual usa todas as ferramentas possíveis de cobrança, buscando a melhor negociação com o tomador. Sem nenhum custo extra para o investidor.
Você precisa declarar. A tributação é sobre ganhos de capital. A partir de 1.º de janeiro de 2017 entrou em vigor uma nova tabela do Imposto de Renda, estabelecendo uma taxa progressiva no lugar de uma taxa única:

• 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5 milhões;
• 17,5% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5 milhões e não ultrapassar R$ 10 milhões;
• 20% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10 milhões e não ultrapassar R$ 30 milhões;
• e 22,5% sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30 milhões.

A CCB terá pessoas físicas como credoras e devedoras. Nesse cenário não existe nenhuma regra que determine a obrigatoriedade de retenção e recolhimento do IRF de aplicação financeira.

Uma forma de declarar é a própria pessoa física credora realizar a auto-retenção do IRF, conforme a tabela regressiva (o que não tem previsão legal)

A segunda alternativa, mais conservadora e sem risco de questionamento, seria a pessoa física investidora tributar a operação como juros recebidos no empréstimo efetuado entre pessoas físicas (e não de aplicação financeira na aquisição da CCB com o Banco). Nessa hipótese, o rendimento de juros seria tributado conforme a tabela progressiva (0% a 27,5%) por meio do carnê-leão.

Investidor Pessoa Jurídica (assumindo devedor pessoa física):

Nesses casos, a pessoa jurídica será tributada pelo IRPJ/CSL (34%) e PIS/COFINS (4,65%) sobre a receita financeira, de acordo com o regime de competência. A pessoa jurídica investidora (mutuante) teria a obrigação de fazer a retenção na fonte do próprio rendimento recebido. A retenção é a regra geral quando uma pessoa jurídica recebe juros pagos de uma pessoa física.

* Importante lembrar que a Mutual libera um documento para o investidor com o informe de rendimento sempre no início do ano e a obrigação de declarar é do investidor.
Bem simples, a Mutual opera através de uma instituição financeira e gera uma CCB (Cédula de crédito bancário) para cada transação de empréstimo. A CCB é instrumento que é registrado no Banco central e é juridicamente legal. A CCB, funciona parecido com a CDB, que é quando alguém empresta dinheiro para um banco. Então, é quase igual.

Quando é feito um empréstimo na Mutual, o investidor empresta dinheiro para a financeira e a financeira empresta o dinheiro para o tomador, gerando uma CCB que é endossada ao investidor, o deixando como dono daquela direito de recebimento, os juros daquele contrato e do também do risco de não pagamento.
Sobre nosso score de crédito, ele é baseado na capacidade de pagamento do tomador. Nós analisamos mais de 400 fontes de informação e vamos ao Sistema de informação de crédito do Banco Central (SCR), onde olhamos toda a vida financeira do tomador:

• Limites nos bancos;
• Dívidas pagas (cartão de crédito, cheque especial e etc);
• Também verificamos se aquela parcela que ele quer pagar, é compatível com sua capacidade de pagamento.

Então um score A por exemplo, além de não ter restrições, paga em dia suas conta e ter bom histórico de crédito, aquela parcela não vai ultrapassar 25% da sua renda. As scores vão de A à F e baixando o aplicativo você tem acesso às notas dos tomadores e assim escolher a melhor forma de aplicar o seu dinheiro.
Você pode tirar o dinheiro da sua carteira a qualquer momento e sem nenhum custo.
Claro! Somos um correspondente bancário e possuímos uma plataforma online que facilita o acesso de clientes a produtos e serviços ofertados por instituição financeira parceira. A atividade de correspondente bancário é regulada pelo Banco Central do Brasil, nos termos da Resolução nº. 3.954, de 24 de fevereiro de 2011.

A Mutual também busca sua regulamentação como uma Fintech, que são empresas que promovem inovações nos mercados financeiros por meio do uso intenso de tecnologia, com potencial para criar novos modelos de negócios. O Conselho Monetário Nacional (CMN), em abril desse ano, lançou uma resolução para regulamentar as modalidades desse tipo de empresa.

É importante afirmar que Fintechs devem observar as regras aplicáveis às demais instituições financeiras, inclusive as regras de requerimento de capital e de prevenção à lavagem de dinheiro.

Ainda ficou com dúvidas? Conheça a nossa página de suporte:

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Acompanhe a Mutual na mídia

“Leonardo Rebitte, CEO da Mutual, diz que o objetivo do negócio é que investidores possam correr os mesmos riscos e ter a mesma oportunidade de retorno dos bancos. A companhia faz uma avaliação de crédito de quem pede empréstimo (...)”
LER ARTIGO COMPLETO

“Na Mutual o investidor é quase como um banco. Antes, somente instituições financeiras lucravam (e bem alto) com essa modalidade de investimento. Hoje, qualquer pessoa, por meio da Mutual, pode emprestar dinheiro legalmente (...)”
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“Isso aconteceu comigo. Tentei tomar R$ 10 mil no banco, estava adimplente, tinha emprego, mas o banco não pode me emprestar. Daí nasceu a vontade de permitir que alguém pudesse me emprestar e criei a fintech, conta o CEO da Mutual (...)”
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